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Mandamentos libertadores

Os dez mandamentos não são uma lista de ordens a serem seguidas a fim de alcançarmos o favor de Deus.

 

“Vistes que o Senhor, vosso Deus, vos levou, como um homem leva a seu filho ...” (Deuteronômio 1:31). Ver também: (Levítico 26:3-13).

 

    Existe uma piada em que Deus convoca a humanidade para o julgamento final. “O anjo Gabriel lerá todos os dez mandamentos, um por um”, Ele anuncia; “Aqueles que desobedeceram a algum deles, será lançado à escuridão eterna”. Depois de lido o primeiro mandamento, muitos são expulsos da presença de Deus. O mesmo acontece quando o anjo lê o segundo, o terceiro, e assim por diante até que chegue ao oitavo. A essa altura, apenas um punhado de pessoas com expressões duras e ar arrogante permanece ali. Deus então imagina como seria passar a eternidade com essa gente séria e sem alegria, e grita para os que estavam se retirando: “Voltem aqui! Eu mudei de ideia!”

    Os dez mandamentos são vistos muitas vezes como uma lista de exigências árduas que uma divindade faz questão de que sejam cumpridas antes de abençoar seu povo. Mas isso não é verdade. Deus já havia demonstrado que amava a Israel incondicionalmente. Eles já estavam sem esperanças quando Deus os salvou de sua perdição, concedendo-lhes um novo começo.

    Os dez mandamentos não são uma lista de ordens a serem seguidas a fim de alcançarmos o favor de Deus. Ao contrário, eles são Deus dizendo: “Eu amo vocês, e já provei isso. Portanto, confiem em mim. Cumpram esses mandamentos, pois é bom para vocês que façam assim, e porque ao cumpri-los, vocês mostram ao mundo quem Eu sou – um Deus de amor e misericórdia, e não de condenação e vingança”.

    Que o Senhor nos ajude a experimentar a liberdade de viver dentro dos limites de Seus preceitos.

 

Traduzido por Julia Ramalho

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