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30 minutos com o menestrel

"Meia hora", apresentado pelo compositor João Alexandre, traz música e conversas descontraídas sobre cultura e fé.

Aos 48 anos de idade, João Alexandre é um daqueles artistas tidos como de vanguarda. Dono de um talento excepcional, ele se destaca pelo compromisso que tem com o Evangelho e a Palavra de Deus – além, naturalmente, da preocupação em influenciar positivamente a vida dos crentes com sua música. Autor de sucessos como Canção da alvorada, Pra cima Brasil e a polêmica É proibido pensar, João e seu violão agradam em cheio certo setor da Igreja avesso aos modismos e oportunismos do mercado gospel. Já se meteu em polêmicas por defender seus pontos de vista, ainda mais em uma área de tamanha visibilidade – e enormes interesses – como a da música cristã no país. E, desde abril, o menestrel tem sido visto também na telinha, através do programa Meia hora, transmitido ao vivo pela IPBTV2 na internet, às quartas-feiras, às 16h, a cada duas semanas.
Meio avesso ao esquema das gravadoras evangélicas, João Alexandre não se define como um cara multimídia. Mesmo assim, tem curtido a experiência: "Apresentar o Meia hora tem sido um aprendizado". Gravado no Estúdio Koinonia, em Perdizes (São Paulo), o programa foi idealizado pelo pastor Carlos Bregantim e tem todas as suas edições gravadas e disponibilizadas na web, pelo canal do YouTube Koinoniaonline.net.

"GENTE COM CONTEÚDO"
Pelo Meia hora, já passou gente como os cantores e compositores Stênio Marcius, Jorge Camargo e Sérgio Leoto, além de Nelson Bomilcar, do pianista e arranjador David Lisboa Neto e o produtor Maurício Domene. João tem dado espaço tanto à velha guarda da música evangélica brasileira, caso do grupo Vencedores por Cristo, como a artistas da nova geração, como Tiago Vianna, Diego Venâncio e Paulo Nazareth, integrante da banda Crombie. "O programa não é voltado só para falar da música que eu gosto. Vai gente com conteúdo", garante o apresentador, que já recebeu também pastores como Ed René Kivitz e Gerson Borges, além do blogueiro Sérgio Pavarini. "É um programa musical e cultural", define João. "Não consigo levar os caras de gravadora porque a agenda deles nunca permite", explica.
Seja lá quem for entrevistado, o compositor apresentador garante que não vai mudar o nome do programa, apesar do problema do tempo. "Ele não dura meia hora, mas mantivemos o nome. Já tivemos edições com até 56 minutos. Esse programa é como o vento. Ninguém sabe de onde vem, e nem para onde vai", brinca.

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