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Meninos são meninos e meninas são meninas

Autoridades pediátricas dos Estados Unidos criticam políticas públicas que incentivam a ideologia de gênero.

A defesa da ideologia de gênero – a concepção segundo a qual as identidades de sexo masculino ou feminino são determinadas por construções culturais e sociais – acaba de sofrer um duro golpe. O Colegiado Americano de Pediatria e o Conselho Americano de Pediatria fizeram um apelo para que educadores e legisladores rejeitem as políticas que condicionam as crianças a aceitar como normal a ideia de que a sexualidade humana não é uma característica biológica e psicológica objetiva. “A norma para o projeto humano deve ser concebida a partir da dicotomia macho ou fêmea”, esclarece o documento. Segundo os estudiosos que assinam o documento, a implantação da ideologia de gênero nas políticas públicas de ensino tem efeitos nocivos sobre o público infantojuvenil. “A crença de uma pessoa de que ele ou ela é algo que não são é, na melhor das hipóteses, um sinal de pensamento confuso”, prossegue o texto. De acordo com as duas entidades, que congregam profissionais e entidades de saúde de todos os Estados Unidos, quando um menino em outros aspectos saudável acredita que é uma menina, ou vice-versa, “um problema psicológico objetivo existe” que está na mente e não no corpo, e deve ser tratado como tal.

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