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Diferenças de lado

Grupos religiosos rivais que administram a Basílica do Santo Sepulcro fazem acordo para recuperar o santuário.

Uma união inusitada entre cristãos de diferentes – e, muitas vezes, rivais – confissões formou-se para recuperar um dos lugares mais sagrados do Cristianismo: a Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém. A estrutura que cobre o local onde a tradição aponta ter sido o do túmulo de Jesus Cristo corre o risco de desmoronar e os quatro grupos que administram o santuário, que começou a ser erguido no ano 326 – ortodoxos gregos, coptas, ortodoxos armênios e católicos franciscanos – resolveram trabalhar em conjunto. Do orçamento de US$ 3,4 milhões (cerca de R$ 12,5 milhões) da reforma, cada grupo entrará com uma parte. É um avanço e tanto para religiosos que mal se olham durante as celebrações e que, mais de uma vez, saíram no tapa no sítio sagrado. Em 2008, os monges e padres chegaram a se engalfinhar, em conflito que só foi debelado com a chegada da polícia israelense. 

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